Escaneador de Segurança de Cabeçalhos HTTP

Cole headers HTTP e descubra cabeçalhos de segurança ausentes como HSTS, CSP e X-Frame-Options.

{{ httpSecurityHeadersScanner.message }}

Descrição

O HTTP/1.0 de 1996 não tinha nenhum cabeçalho de segurança — a web era um conjunto de documentos estáticos compartilhados entre universidades, e a ideia de ataques na camada de aplicação mal existia como conceito. O primeiro cabeçalho de segurança amplamente adotado foi o `X-Frame-Options`, introduzido pela Microsoft no Internet Explorer 8 em 2009 como resposta direta ao clickjacking — técnica onde uma página maliciosa incorpora outra em um iframe invisível e engana o usuário para clicar em elementos da página original. O `Strict-Transport-Security` (HSTS) chegou no RFC 6797 em 2012, forçando o navegador a nunca mais acessar um domínio por HTTP mesmo que o usuário digite `http://`. O Content Security Policy, especificado pelo W3C também em 2012, foi a resposta mais abrangente ao XSS: uma whitelist declarativa de fontes confiáveis para scripts, estilos, imagens e outros recursos. Ataques como BEAST (2011) e Heartbleed (2014) aceleraram a adoção de HTTPS e, junto com ele, dos cabeçalhos de segurança que só fazem sentido num contexto encriptado.

Cada cabeçalho resolve uma classe específica de ataque. O `Strict-Transport-Security` com `includeSubDomains` e `preload` coloca o domínio na lista hardcoded dos navegadores — uma vez nessa lista, nem mesmo um certificado comprometido permite conexão HTTP. O `Content-Security-Policy` é o mais poderoso e o mais difícil de implementar: bloqueia execução de scripts inline e recursos de origens não autorizadas, eliminando a superfície de ataque de XSS — mas qualquer extensão de browser ou CDN de terceiro não listado quebra a funcionalidade. O `X-Content-Type-Options: nosniff` impede que navegadores antigos adivinhem o tipo de um arquivo ignorando o `Content-Type` — uma técnica chamada MIME sniffing que permitia transformar um upload de imagem em script executável. O `Referrer-Policy` controla quanto do URL atual é enviado como referência em requisições cross-origin. O `Permissions-Policy` (anteriormente `Feature-Policy`) restringe o acesso a APIs sensíveis do navegador — câmera, microfone, geolocalização — que uma página ou seus iframes podem usar.

Esta ferramenta analisa o bloco de cabeçalhos que você cola — obtido com `curl -I https://seusite.com` ou copiado do painel Network do DevTools — e identifica quais cabeçalhos de segurança estão ausentes e o impacto de cada ausência. Um site sem HSTS está vulnerável a ataques de downgrade; sem CSP, a XSS armazenado em CDNs; sem `X-Frame-Options`, a clickjacking. O serviço securityheaders.com de Scott Helme popularizou uma nota de A a F para sites baseada nesses cabeçalhos, criando um benchmark público que incentivou muitas equipes a implementá-los. Uma dica de implementação progressiva: o CSP aceita o modo `Content-Security-Policy-Report-Only`, que registra violações sem bloquear nada — permite descobrir o que quebraria antes de aplicar a política em modo de enforcement real. Começar com `default-src 'self'` e iterar com base nos relatórios é a abordagem mais prática para sites com dependências de terceiros.

Detalhamento técnico

Pontos frequentes

  • Para que serve esta ferramenta?: Ela roda 100% no seu navegador: útil para validar, formatar ou converter dados no dia a dia de desenvolvimento.
  • Meus dados são enviados a algum servidor?: O processamento é feito localmente via JavaScript. Não armazenamos o conteúdo que você cola nas caixas de texto.
  • Posso usar em produção ou para dados reais?: Use por sua conta e risco. Para segredos (senhas, tokens), prefira ambientes controlados e políticas da sua empresa. E lembre sempre de revisar os conteúdos gerados. Nunca confie cegamente nas coisas que vê na internet.

Trecho para testar

  • Há também o bloco "Exemplo de Código" com o trecho completo; use esse texto rápido para colar nos campos e validar: Exemplo — Strict-Transport-Security: max-age=31536000 X-Frame-Options: SAMEORIGIN

Guia da ferramenta

  • O que são headers de segurança Cabeçalhos de resposta HTTP que reduzem riscos como clickjacking, MIME sniffing e downgrade de transporte.

  • O que a ferramenta manipula Bloco de headers HTTP colado manualmente (como os retornados por navegador, proxy ou API client).

  • O que a ferramenta faz Verifica presença e qualidade mínima de cabeçalhos como HSTS, CSP, X-Frame-Options, X-Content-Type-Options e Referrer-Policy.

  • Por que usar Hardening rápido de frontend/backend, revisão de deploy e checklist técnico de segurança antes de publicar mudanças.

Exemplo de Código

Exemplo de código
Strict-Transport-Security: max-age=31536000
X-Frame-Options: SAMEORIGIN

Exemplo

Strict-Transport-Security: max-age=31536000
X-Frame-Options: SAMEORIGIN

Perguntas frequentes

Para que serve esta ferramenta?

Ela roda 100% no seu navegador: útil para validar, formatar ou converter dados no dia a dia de desenvolvimento.

Meus dados são enviados a algum servidor?

O processamento é feito localmente via JavaScript. Não armazenamos o conteúdo que você cola nas caixas de texto.

Posso usar em produção ou para dados reais?

Use por sua conta e risco. Para segredos (senhas, tokens), prefira ambientes controlados e políticas da sua empresa. E lembre sempre de revisar os conteúdos gerados. Nunca confie cegamente nas coisas que vê na internet.