Numerar linhas

Adicione números com separador e largura fixa opcional (útil para logs e diffs).

Descrição

Quem aprendeu a programar nos anos 1980 conhece números de linha num sentido completamente diferente: em BASIC, cada linha de código precisava de um número explícito — `10 PRINT 'OLÁ'`, `20 GOTO 10`. Não era opcional; era a sintaxe da linguagem. O número de linha era o endereço da instrução, e `GOTO 100` significava literalmente saltar para a linha 100. Isso tornava a refatoração um pesadelo: inserir uma nova linha entre 10 e 20 exigia renumerar tudo, o que levou ao surgimento de convenções como usar múltiplos de 10 para deixar espaço. Editores modernos de BASIC chegaram a ter um comando `RENUM` que renumerava automaticamente o arquivo inteiro. Quando as linguagens estruturadas como C e Pascal substituíram o BASIC como linguagem de ensino nos anos 1990, os números de linha sumiram da sintaxe — mas continuaram indispensáveis como metadados de ferramenta.

Hoje os números de linha são onipresentes como sistema de referência. O formato de saída do `grep -n` inclui o número da linha para cada correspondência — é a diferença entre encontrar no arquivo e encontrar na linha 347 do arquivo. Mensagens de erro de compiladores e interpretadores como GCC, Python e rustc sempre incluem linha e coluna: `TypeError: unsupported operand type(s) for +: 'int' and 'str' (line 23)`. O formato de diff unificado do `git diff` usa cabeçalhos como `@@ -15,7 +15,9 @@` para indicar quais linhas foram alteradas — e revisores de pull request no GitHub e GitLab clicam em números de linha para adicionar comentários inline. Editores como VS Code e Vim têm comandos como `:23` que levam o cursor diretamente a uma linha específica.

Esta ferramenta resolve o problema inverso: você tem um bloco de texto sem numeração e precisa adicionar números para criar um documento referenciável. Casos de uso práticos: transformar uma lista de termos ou itens em formato numerado para incluir em documentação técnica; preparar pseudocódigo ou roteiro de apresentação com números de etapa; adicionar prefixos de linha a logs para criar referências cruzadas; criar exercícios ou provas com questões numeradas a partir de um rascunho. O separador e a largura de padding são configuráveis — `001.`, `1:`, `1 -` — dependendo do contexto onde o output será usado.

Detalhamento técnico

Pontos frequentes

  • Para que serve esta ferramenta?: Ela roda 100% no seu navegador: útil para validar, formatar ou converter dados no dia a dia de desenvolvimento.
  • Meus dados são enviados a algum servidor?: O processamento é feito localmente via JavaScript. Não armazenamos o conteúdo que você cola nas caixas de texto.
  • Posso usar em produção ou para dados reais?: Use por sua conta e risco. Para segredos (senhas, tokens), prefira ambientes controlados e políticas da sua empresa. E lembre sempre de revisar os conteúdos gerados. Nunca confie cegamente nas coisas que vê na internet.

Trecho para testar

  • Há também o bloco "Exemplo de Código" com o trecho completo; use esse texto rápido para colar nos campos e validar: Exemplo — a b → 001: a 002: b (com início 1 e largura 3)

Guia da ferramenta

  • O objeto tratado Texto multilinha.

  • O que a ferramenta faz Prefixa cada linha com um número sequencial, separador configurável e opcional preenchimento com zeros (001, 002, …).

  • Por que usar Referenciar trechos em code review, alinhar com mensagens de erro que citam número de linha, formatar logs colados.

Exemplo de Código

Exemplo de código
a
b → 001: a
002: b (com início 1 e largura 3)

Exemplo

a
b → 001: a
002: b (com início 1 e largura 3)

Perguntas frequentes

Para que serve esta ferramenta?

Ela roda 100% no seu navegador: útil para validar, formatar ou converter dados no dia a dia de desenvolvimento.

Meus dados são enviados a algum servidor?

O processamento é feito localmente via JavaScript. Não armazenamos o conteúdo que você cola nas caixas de texto.

Posso usar em produção ou para dados reais?

Use por sua conta e risco. Para segredos (senhas, tokens), prefira ambientes controlados e políticas da sua empresa. E lembre sempre de revisar os conteúdos gerados. Nunca confie cegamente nas coisas que vê na internet.